Esses dois grands crus vizinhos do domínio Armand Rousseau compartilham o mesmo terroir granítico e calcário de Gevrey-Chambertin, mas oferecem expressões distintas. O Chambertin é frequentemente descrito como mais poderoso, mais carnal, com uma estrutura tânica imponente que demanda tempo para se revelar plenamente. O Chambertin Clos de Bèze, por sua vez, mostra-se geralmente mais aéreo e refinado desde a juventude, com uma complexidade aromática notável. Ambos figuram entre os vinhos de Borgonha mais cobiçados do mundo.