Bons Endereços - Fevereiro 2025

por Anne-claire weyne
 

Sumário







Poussin: bar de vinhos e adega com comida - 12 rue Cheroy, Paris 17ème

Recepção excelente neste pequeno bar de vinhos em Batignolles! A decoração é muito agradável; a gente vai para provar bons vinhos e compartilhar pratos de tapas. 

As especialidades da casa: embutidos, croque de comté, tataki de carne bovina, patatas bravas, pimientos de Padrón… Belos pratos a preços razoáveis! 

Saboreamos várias tapas, especialmente o tataki de carne bovina perfeitamente temperado, e escolhemos o vinho de Domaine de La Petite Odyssée (Antoine Bernardin), cuvée Saillant 2021, para acompanhar os pratos que compartilhamos. 

Um belíssimo vinho tinto biodinâmico da Alta Garona, com uma paleta aromática rica e envolvente! Este corte de Merlot, Syrah e Cabernet Sauvignon apresenta notas profundas de frutas vermelhas maduras, toques de especiarias e cacau, uma bela estrutura tânica equilibrada e um final persistente! 

O lugar perfeito para um happy hour depois do trabalho ou um encontro romântico — a escolha é de vocês. 

 

 

 

Saisons - 50 rue du Château, Asnières Sur Seine

Vocês já estão começando a conhecer este lugar que frequentamos regularmente — o que diz muito sobre como somos bem recebidos! Mais um jantar de equipe fabuloso no Saisons - Cuisine du Marché, com uma recepção maravilhosa de Frédérique e de seu filho Simon. 

Um menu preparado com todo o capricho especialmente para nossa equipe, com pratos elaborados e sabores intensos, além de grandes vinhos degustados para celebrar o fim de ano entre colegas. 

Vamos lá. 

Nas entradas, uma deliciosa sopa de abóbora, cogumelos grelhados e molho picante, seguida de uma magnífica posta de atum com ótimos acompanhamentos e condimentos (limão e levístico). 

E aí, UAU: harmonizações magníficas entre pratos e vinhos, com garrafas de respeito. 

Philippe Pacalet, Puligny Montrachet 2019: é um vinho muito bonito, talvez ainda um pouco jovem, mas já tão agradável de degustar! Grande riqueza aromática após um bom tempo de aeração: notas frescas de flores brancas e frutas de polpa branca, textura envolvente e complexidade proporcionada por um ano de amadurecimento sobre as borras… Muito bonito! 

Coche Dury Meursault 2008: com a garrafa coberta para a degustação às cegas, como sempre, não sabemos o que esperar — exceto quem a escolheu… Nove pares de olhos se arregalaram assim que sentiram o primeiro aroma. 

Dá para sentir que se trata de um vinho excepcional. Não é tão difícil adivinhar que é um Meursault: manteiga, brioche, mel, avelã, notas de levedura e do amadurecimento, aromas intensos… Só o nariz já é um deleite. Na boca, é o êxtase. Uma redondeza magnífica, textura sedosa e aquele caráter amanteigado e tostado: uma loucura. 

Um de nós se arrisca: “É um Meursault de Coche”, embora nunca saibamos direito o que os chefes vão colocar na mesa… E acertou em cheio! Safra de 2008, muito melhor para os brancos do que para os tintos da Borgonha. 

Bouchard Père et Fils Corton Charlemagne 1987: o vinho harmoniza perfeitamente com nossa segunda entrada à base de peixe! Um grande vinho com notas cítricas, mel e um toque tostado. Frescor, redondeza, equilíbrio: é magnífico, mesmo depois de ultrapassar seu auge. 

 

 

Vamos ao prato principal. Simon preparou para nós um delicioso pombo com redução de beterraba, purê e picles de beterraba. Sensacional! Se vocês gostam de beterraba, este prato é para vocês! 

Macio, saboroso, bem temperado e muito bem acompanhado… 

 

L’Anglore Tavel 2021: sempre gostoso de degustar. Alguns integrantes da equipe não são muito fãs, mas, para quase todos, Tavel continua sendo uma das melhores cuvées dessa vinícola. Uma explosão de frutas 

Clos Rougeard Le Bourg 1989: como no caso de Coche Dury, percebe-se que estamos diante de um vinho de peso. É grandioso, realmente grandioso. Denso, distinto, com uma complexidade de deixar sem palavras, persistência e finesse excepcionais. 

Domaine du Colombier Hermitage 1999: percebe-se um pouco de engaço bem integrado — um toque vegetal que não incomoda em nada e acrescenta complexidade —, notas de pimenta, frutas e torrefação… Na boca, é encorpado, com taninos que se tornaram macios… Todos apostamos em uma syrah; Hermitage está entre os palpites à mesa, e concordamos que o vinho já tem certa idade. E eis um belo Hermitage 1999!

Trévallon 1982: incrível! Junta-se a Coche Dury e Clos Rougeard no pódio da noite. 

Que espetáculo! 

 

Para a sobremesa, uma magnífica criação com pera, baunilha e noz-pecã. Uma delícia ainda melhor com um saboroso Sauternes: Château Filhot 1986. 

Mais uma noite magnífica com vinhos que não esqueceremos tão cedo! Pudemos até prová-los novamente no escritório no dia seguinte! 

 

 

 

La Cantine de Samuel - 11 rue Fourcroy, Paris 17ème

Mais um ótimo lugar no 17º arrondissement de Paris: ambiente tranquilo, sem frescuras, bons pratos de brasserie e decoração acolhedora. Vocês saboreiam a comida e os vinhos cercados de garrafas e se sentem em casa. Destaque para o steak tartare cortado na faca com fritas e o parmentier de pato: grandes clássicos das brasseries francesas que sempre agradam e não custam uma fortuna. 

Para acompanhar tudo, bons vinhos despretensiosos: nossa escolha foi Les Meyssonniers, de Chapoutier. Um rótulo que encontramos com frequência nesse tipo de lugar e que não decepciona. 

 

 

 

Le 6 Paul Bert - 6 rue Paul Bert, Paris 11

Excelente lugar, renovado para a reabertura com a chef Pauline Séné! Mais uma ex-participante do Top Chef que brilha em um restaurante ao qual vale a pena correr. 

Decoração nova: mesas de café retrô, balcão de zinco, paredes de concreto… Um ambiente muito agradável com vista para a cozinha! 

Atendimento muito bom e uma carta de vinhos variada, com produtores mais e menos conhecidos: sempre há algo que agrada. 

Entrada de abóbora butternut, castanha, endro, chalota confitada, amêndoa e tarama: uma maravilha, temperada com perfeição e muito bem acompanhada pela cuvée Nuage Blanc de Domaine du 7 (Anjou). 

Como prato principal, timo de vitela à moda de Aillaud! Um timo delicioso — e somos exigentes no assunto — com uma bela cuvée de Laura Aillaud -Amorcito, que, além de rimar, acompanhou perfeitamente o prato. Um belo corte de syrah, carignan, grenache e grenache blanc para nos encantar neste restaurante! 

 

 

 

Plénitude, Arnaud Donckele - 8 quai du Louvre, Paris 1er

Simplesmente UAU. 

Se tiverem a oportunidade de ir a este restaurante uma vez na vida, saibam que vale muito a viagem. 

Um menu magnífico em um ambiente fantástico. O chef Donckele sabe como agradar e até nos convida a circular pelo restaurante durante a degustação…

Uma sequência de pratos deliciosos e vinhos inesquecíveis de tirar o fôlego: 

Sardinha, alho-poró, tagetes

Composição de hortaliças

Lagostim, abóbora, alecrim

Vieiras, algas, caviar

Tudo isso enquanto degustávamos um fabuloso Rully 1er Cru Le Meix Cadot de Dureuil-Janthial. Maravilhoso! 

 

Ave, Viroflay, maçã macia

Lebre à la royale: não estava no menu, uma surpresinha improvisada pelo chef! 

Para os queijos, vamos a um cantinho que parece uma queijaria, onde nos servem o que quisermos: a seleção é extraordinária, e as formas de queijo são descomunais. 

Tudo acompanhado de um delicioso vinho da Itália, de Domaine Foradori (Sgarzon Teroldego 2016), um grande vinho das Dolomitas. Sensacional. 

 

 

Uma pequena referência às origens do chef, e seguimos com um trou normand, servido na cozinha. Mais uma mudança de ambiente para ajudar na digestão e ficar no coração do restaurante. 

Na sobremesa, ainda em homenagem às origens de Arnaud Donckele, Normandie affective: maçã, canela e calvados, ou então uma magnífica sobremesa de chocolate e noz-pecã. Docinhos para acompanhar o café, é claro. 

Parabéns! É preciso desembolsar uma boa quantia, mas é uma experiência única, com pratos que ficam na memória para a vida toda. 

 

 

 

Alliance - Paris 5, 5 Rue de Poissy

Um endereço magnífico no Quartier Latin de Paris! Uma estrela Michelin para o chef Toshitaka Omiya neste restaurante maravilhoso!

Descubra o menu magnífico que tivemos o prazer de saborear: 

Ostra crua, roquefort e maçã Granny Smith
Patê em crosta: faisão, pombo-torcaz e foie gras de pato
Nhoque de batata, caviar Krystal e molho de vinho branco
Franguinha de patas pretas recheada sob a pele com coral de lagosta: caldo das coxas e da pinça da lagosta; peito assado, repolho recheado e molho das carapaças
Pato-real, beterraba em crosta de sal e molho royale
Chocolate defumado, creme de chocolate ao leite
Docinhos 

De tirar o fôlego! 

Provamos vinhos excelentes por lá: a qualidade estava tanto no prato quanto na taça! 

Jacques Carillon, Puligny Montrachet 1er Cru Les Referts 2013: um nariz magnífico de frutas cítricas, flores brancas, manteiga fresca, um toque de avelã e uma mineralidade marcante. É muito bonito. Na boca, é preciso e vibrante, com ótimo frescor, um toque salino e notas sutis do estágio de amadurecimento que lhe conferem complexidade. Uma delícia. 

Joseph Drouhin Beaune 1er Cru Clos des Mouches 2000: seguimos com outro branco magnífico!
Aliás, uma curiosidade: Clos des Mouches recebeu esse nome por causa das colmeias dos viticultores que ficavam nessa parcela. No passado, “mouche” era uma maneira mais nobre de se referir à abelha.
Fechado o parêntese, vamos às sensações: notas de mel, toques de amêndoa e capim-limão, sabores intensos de amêndoas torradas e avelãs. Excelente! 

 

 

Sylvie Esmonin Gevrey Chambertin 1er Cru Clos Saint Jacques 2014:
No nariz, uma explosão de frutas negras (cassis, amora), notas de violeta, pimenta-do-reino e um pouco de madeira bem integrada. Já dá muita vontade de provar! Na boca, é estruturado e potente, com taninos sedosos, ótimo frescor e certa mineralidade, que dão muito equilíbrio a este grande vinho! 

Auguste Clape Cornas 2013:
Espetacular, com frutas negras intensas, pimenta, couro, fumaça… Muito típico do terroir granítico de Cornas. Os taninos ainda estão presentes, mas são elegantes, e há belas notas de tapenade e grafite, também características do terroir. 

Vieux Château Certan 1989:
1989 é uma safra particularmente bem-sucedida. Sendo Vieux Château Certan um grande vinho da Margem Direita, em Pomerol, perto de Pétrus, ele faz jus à grande safra de 1989! Com o tempo, desenvolveu uma finesse excepcional, mantendo concentração e riqueza fabulosas, com todos os aromas que adoramos nos vinhos de Bordeaux evoluídos: chão de floresta, tabaco, toques de chocolate e menta, notas de sangue e ferro… Nós adoramos! 

E, para a sobremesa, nada como um belo vinho do Porto, ainda mais quando é envelhecido: Porto Colheita 1937, com magníficos aromas intensos de frutas cítricas, uvas-passas e damasco. Suculento e aveludado, para encerrar este jantar maravilhoso com suavidade e em grande estilo! 

 

FALAM SOBRE NÓS

Descubra 5 boas razões para comprar seus vinhos na Vins et Millésimes

ENTREGA RÁPIDA

Pedido preparado em 48/72h e expedido em embalagem de poliestireno

FRETE GRÁTIS

A partir de 600 € em compras na França. A partir de 1500 € para muitos países europeus

RETIRADA GRATUITA

Retire seu pedido em nosso depósito em La Garenne Colombes (92)