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Mais ótimas degustações neste mês!
Confira nossas descrições dos vinhos degustados neste mês! Fizemos uma ótima degustação com a equipe no escritório em 9 de abril e vamos contar como foram os vinhos… Também incluímos alguns vinhos das sextas-feiras e das nossas degustações pessoais!
Eric Rodez, ex-prefeito de Ambonnay, cultiva hoje pouco mais de 6 hectares no belo terroir da Montagne de Reims, classificado como Grand Cru. Um Blanc de Blancs especialmente bem-sucedido em um lugar onde há mais Pinot Noir do que Chardonnay…
Um assemblage de várias safras, com bela cor dourada e borbulhas finas… Vamos começar a degustação! No nariz, notas de torrada, manteiga e brioche, além de frutas cítricas e amarelas. Amplo e persistente na boca, sua generosidade lhe confere qualidades de um Champagne gastronômico.
Um vinho perfeito para os amantes de Sauvignon! Domaine de la Porte Saint Jean é uma bela descoberta do Vale do Loire. Seu proprietário, Sylvain Dittière, ganhou experiência com grandes nomes antes de abrir sua própria vinícola (Gauby, Thierry Germain, Château Yvonne e Clos Rougeard — o papa do Loire)
Voltemos ao nosso Saut Mignon: uma microcuvée 100% Sauvignon. As videiras são plantadas em solos calcários, que lhes conferem características próprias.
No nariz, notas cítricas, de flores brancas e até de cassis. Já para quem acha que o Sauvignon se manifesta demais, as notas verdes, de buxo e pedra são intensas a ponto de não deixar sentir mais nada…
Na boca, há uma bela harmonia com os aromas percebidos no nariz, além de sabores de maçã cozida, boa energia e uma acidez agradável!
Um belo Vin de France do Loire.
UAU, um excelente Meursault por um preço nada absurdo!
Domaine Diconne, situado em Auxey Duresses, tem vinhedos distribuídos por três vilarejos da Côte de Beaune: Auxey Duresses, Meursault e Pommard. As cuvées vêm de parcelas específicas, e a vinícola valoriza o melhor do Pinot Noir e do Chardonnay.
Este Meursault 2022 é uma delícia, com as características conhecidas da denominação: manteiga, leveduras, mel, notas do amadurecimento e madeira. Tem uma sensação suave e envolvente, acompanhada de uma bela acidez. Muito agradável de degustar, conquista a todos.
Ostertag, sempre uma delícia na Alsácia!
Já provamos seus Rieslings, mas, para a maioria de nós, este é o primeiro Pinot Gris da vinícola. Magnífico!
Como todas as videiras da propriedade, as de Pinot Gris são cultivadas segundo a biodinâmica em uma pequena parcela de 0,5 hectare! Solos calcários e arenitos rosados conferem ao Pinot Gris uma bela personalidade.
Equilíbrio perfeito entre riqueza e delicadeza na expressão dos aromas, com um final mineral. Um grande branco seco da Alsácia, com uma ampla paleta aromática frutada: das frutas cítricas às de polpa amarela e branca, além de flores e especiarias doces. Um belo final persistente que deixou todos nós sorrindo! Um grande vinho biodinâmico!
Um grande Hermitage branco!
Uma verdadeira preciosidade, difícil de encontrar, com produção inferior a 3.000 garrafas por ano.
Encorpado, rico, menos lácteo e mais seco que seu vizinho branco do Rhône Norte, o Condrieu, este vinho apresenta grande riqueza aromática: avelãs, damasco seco, notas de torrada e confeitaria. Redondeza, equilíbrio, “um prazer refinado e uma natureza respeitada”, como diz o slogan dos vinhos de Laurent Habrard. Um delicioso vinho gastronômico. A conversa sobre ele nos levou a pensar que seria perfeito com lagosta ao molho cremoso com curry. Ainda ficamos com água na boca.
Esta cuvée é feita com Chardonnay de videiras muito antigas (mais de 100 anos!!), cultivadas em solos de margas vermelhas nos terroirs de Les Chalasses. As uvas são orgânicas, colhidas à mão e trabalhadas delicadamente para respeitar a fruta!
De cor dourada e brilhante, traz notas de marmelo, maçã e frutas cítricas que se entrelaçam. Na boca, à maneira de Ganevat, o papa do Jura, apresenta o equilíbrio perfeito entre untuosidade, vivacidade e acidez do Chardonnay. É incisivo! Há quem goste mais e quem goste menos. O final persiste agradavelmente, com sabores marcantes de frutas amarelas e especiarias.
Um belo encerramento para a degustação daquela noite, combinando este Chaume 1er Cru com nossos docinhos. Feito com 100% Chenin Blanc, tem doçura bem integrada e equilibrada por uma bela acidez. Muito agradável, mas é preciso gostar de vinhos doces.
Se você tem alguma resistência a esses vinhos, vale sempre provar uma pequena quantidade com a sobremesa: é uma experiência interessante e pode ser uma bela descoberta!
Além disso, os aromas típicos de pêssego, damasco, mel e acácia são muito agradáveis: maciez e redondeza! Perfeito para encerrar uma ótima noite com um vinho de sobremesa!

Um assemblage que não se vê todos os dias na região de Nantes!
Chardonnay (80%) e Savagnin (20%) compõem esta cuvée de Vin de France (Loire).
Este vinho amadurece em tanque ovoide e em ânfora por 14 meses. A corrente interna mantém as borras constantemente em suspensão e movimento, proporcionando micro-oxigenação ao vinho. Sem filtração nem clarificação: muito bem elaborado!
Nariz frutado e, na boca, um equilíbrio magnífico: adoramos a mineralidade, a salinidade e o frescor deste vinho. Os restaurantes disputam cada garrafa, e entendemos por quê. Perfeito com frutos do mar ou carnes brancas; fica ainda melhor se for decantado meia hora antes.
Um belíssimo Chardonnay orgânico do Jura!
As videiras têm mais de 40 anos, são plantadas no terroir de Les Trouillots e colhidas manualmente. Prensagem direta, fermentação em barricas mantidas cheias, sem filtração nem adição de sulfitos: um belo vinho que respeita a fruta. Boa complexidade na boca, muitos sabores frutados, untuosidade e uma estrutura sustentada por uma bela acidez. Uma delícia!
Amargor zero ou, pelo menos, muitíssimo bem integrado. De bela cor dourada, acidez agradável, caráter frutado e delicados aromas amadeirados, esta cerveja tem um final muito persistente e pode até conquistar quem normalmente não gosta de lúpulo… A Cantillon está disponível no nosso site!

Todos concordaram: simplesmente UAU!
Este vinho natural e biodinâmico é elaborado com a uva local Frappato. O frescor e o caráter frutado lembram Pinot Noir ou Gamay. Uma bela nota vegetal, como a de um engaço delicado e perfeitamente integrado, arremata o conjunto. Em uma degustação às cegas, seria quase impossível situá-lo na Sicília, tamanho é seu frescor. Delicioso!
Muito interessante de degustar!
Vale saber que os solos dessa parcela são muito rochosos e cobertos por argilas ricas em ferro. Talvez encontremos algumas dessas características na degustação…
Com 22 anos, este vinho apresenta aromas evoluídos, diferentes dos que tinha na juventude. Aliás, diríamos que impressiona mais no nariz do que na boca.
A cor mostra uma evolução acentuada, com reflexos cor de ferrugem. Os primeiros aromas já são inebriantes e cheios de complexidade. Com a aeração, surgem frutas, húmus, caça, couro… Tudo o que esperamos de grandes Pinots com anos de garrafa.
Hoje, as frutas negras apresentam características de frutas mais cozidas e em compota, os taninos estão mais macios e a elegância continua incrível.
O nariz continua mais intenso que a boca.
Sancerre, berço dos Pinots Noirs do Loire! Nem sempre é fácil identificá-los às cegas… exceto para os mais experientes, como Didier.
Belíssima expressão do Pinot Noir, cultivado segundo a biodinâmica: frutas crocantes, frescor e vigor, com um bouquet sedutor de groselha, amora e framboesa que se revela plenamente. Um toque de baunilha, uma pitada de especiarias e boa persistência! Muito bem elaborado. Não tem uma complexidade extraordinária, mas reúne tudo o que é preciso para ser plenamente apreciado na degustação.

Magnífico Pinot Noir!
Cor límpida e pouco intensa, com reflexos de vermelho vivo.
O nariz apresenta aromas frutados intensos: uma delícia desde o primeiro momento. Há também notas do amadurecimento e de especiarias. Com uma ampla paleta aromática, especiada e frutada, e taninos macios, este Pinot Noir denso e potente tem uma estrutura sólida e muito agradável.
Já conhecíamos os deliciosos vinhos de Claire Naudin; pelo visto, sua família — neste caso, seu pai — também domina o assunto!
Vários de nós queríamos provar os vinhos dessa vinícola descolada, com seu belo rótulo.
É um Châteauneuf du Pape que já está ótimo para beber em 2022. Surpreendente.
Arthur e Hugo Mayard são dois irmãos que se definem como “camponeses viticultores”. Eles priorizam uma agricultura que valoriza a vida, recolocando o solo e as plantas no centro de suas práticas. Reposição de matéria orgânica, poda suave, desbaste de brotos, remoção rigorosa de brotos do tronco, integração de árvores aos vinhedos, pastoreio nas vinhas, adaptação das variedades de uva aos solos, seleção massal… Uma combinação de todas as práticas em alta para produzir vinhos naturais e orgânicos muito disputados.
De qualquer forma, este vinho vem de videiras antigas de Grenache, Mourvèdre, Cinsault e Syrah e já está ótimo para beber apenas dois anos depois da safra. Com delicadeza e textura sedosa, apresenta aromas marcantes de morango e peônia. Taninos agradáveis e bom equilíbrio: uma delícia!
De qualquer forma, todos nós queremos prová-lo de novo e também guardar uma garrafa na adega para voltar a degustar esse vinho daqui a alguns anos.
É raro beber um Trousseau tão antigo! Muito interessante e bom, mas infelizmente um pouco passado do ponto! Gostaríamos de tê-lo provado um pouquinho mais jovem.
Ainda assim, as notas terciárias do Trousseau são interessantes: ervas aromáticas, flores… Frutas em compota, delicadeza e boa amplitude, sem perder o caráter generoso! Lucien Aviet produz belíssimos vinhos de Arbois, no Jura, tintos e brancos, a preços razoáveis para ótimas degustações!

Muito saboroso ainda jovem, também poderá ser apreciado depois de 10 anos na adega! Belas notas de frutas vermelhas e pimenta, típicas das grandes Syrahs da denominação Saint Joseph, e um belo equilíbrio entre delicadeza e mineralidade. Perfeito com uma paleta de cordeiro assada lentamente por sete horas na Páscoa!
Não nos cansamos dele — e não se mexe em time que está ganhando! Mais uma vez, perfeito para o aperitivo. Domaine Foillard, no Beaujolais, produz deliciosos Morgon, a começar por este, extremamente bem elaborado! Feito com Gamay de videiras de cerca de 50 anos, tem um nariz bem frutado, com notas intensas de cereja ácida, e uma boca pura e saborosa, de final fresco e aveludado. Um prazer simples e certeiro!
Mais um vinho delicioso e fácil de beber no aperitivo. Feito com Gamay de videiras jovens, agrada tanto ao paladar quanto ao bolso: fruta exuberante e muito frescor! Para beber jovem com os amigos. Lapierre, sempre um sucesso!

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